A VOZ...
Poderia usar mil palavras para expressar meus sentimentos, poderia eu dominar todos os contextos e verbetes, conexões e silabas vocal, não teriam estas palavras à mesma força que este momento, por isso neste momento sou como as rosas, que não falam e sim choram, então deixo que essa rosa fale por mim... O fundo do fundo ainda sinto tocar os pés, os pés leves mexiam no ar, no ar suave que passava entre as veias, e as veias que saltavam a pele enquanto a corda apertava o pescoço que não quebrava com a queda da cadeira, que infelicidade, não consigo nem morrer por amor. Por amor que não responde a voz... Num mundo que não sente dor do outro, ou apenas uma letra que na lápide gelada será traduzida como “o homem que amou o mundo sem ser amado por ninguém”. Seria isso, que ouviria sempre quando fechasse a porta e teus olhos.
Eu quero o amor verdadeiro... Eu quero o amor que vem de Deus.
(Lucimar Simon)