LAS DONCELLAS
¿Dónde está el pecado? Cuando se le preguntó acerca de mi afición. Yo era firme. Viví allí haciendo doncellas enamorarse de mí. ¿Dónde está el pecado? Se no as desfloro, se no as abandono. Al relengo sigo mi vida de conquistador de doncellas vírgenes. ¿Dónde está el pecado? Se as tengo solo en míos sueños, solo en míos curtos sueños. En míos curtos sueños son donde viven las doncellas, las más guapas doncellas viven en míos sueños.
(Lucimar Simon)
LUCIMAR SIMON
Assuntos Acadêmicos, Poesias, Músicas, Textos Diversos, Análise Cotidiana, Contos, Reflexões, Piadas, Pensamentos, Devaneios, Estudo em Geral.
domingo, 3 de junho de 2012
sábado, 2 de junho de 2012
Texto: POSSO NÃO DIZER
POSSO NÃO DIZER
Eu queria ter a coragem de beijar em um momento de fúria tua boca e sugar todo néctar que seu beijo pode proporcionar. Queria eu tímido como um vulto mortal mergulhar em teus olhos e saber que teria todo eterno momento para viver em sonhos. Posso olhar e sentir. Posso querer e ainda não ter, mas ainda quero. Hoje sentir o toque de suas mãos. Mesmo que de leve. E seu rosto cora tão belamente. Minha vontade foi pega-la firme. Entrelaçar seus dedos aos meus e ficar horas acariciando-os até que os mesmo ficassem úmidos de suores incontroláveis. Juntar seu corpo ao meu e sentir seu calor seria o clímax. Assim me confundo, me perco em pensamentos. Cruéis são esses pensamentos que me levam a tua boca sempre que a observo falando, balbuciando. Outro dia sentir mais forte o tom de sua voz. Verdade, eu sentir o forte tom de sua voz num silencio ensurdecedor. Penso que por sua imagem você dizia... Dizia... Dizia não me lembro bem o que...
(Lucimar Simon)
Eu queria ter a coragem de beijar em um momento de fúria tua boca e sugar todo néctar que seu beijo pode proporcionar. Queria eu tímido como um vulto mortal mergulhar em teus olhos e saber que teria todo eterno momento para viver em sonhos. Posso olhar e sentir. Posso querer e ainda não ter, mas ainda quero. Hoje sentir o toque de suas mãos. Mesmo que de leve. E seu rosto cora tão belamente. Minha vontade foi pega-la firme. Entrelaçar seus dedos aos meus e ficar horas acariciando-os até que os mesmo ficassem úmidos de suores incontroláveis. Juntar seu corpo ao meu e sentir seu calor seria o clímax. Assim me confundo, me perco em pensamentos. Cruéis são esses pensamentos que me levam a tua boca sempre que a observo falando, balbuciando. Outro dia sentir mais forte o tom de sua voz. Verdade, eu sentir o forte tom de sua voz num silencio ensurdecedor. Penso que por sua imagem você dizia... Dizia... Dizia não me lembro bem o que...
(Lucimar Simon)
Marcadores:
DEVANEIOS,
POSSO NÃO DIZER
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Texto: ESCREVER O QUE?
ESCREVER O QUE?
Ainda não sei. “SERENÍSSIMA”. Pode ser um romance, pode ser um texto teórico, pode ser até uma comédia. Posso até falar de amor se o vento permitir. “VENTO NO LITORAL”. Liguei o som. Uma faixa qualquer Legião. “LOVE SONG”. Rimas sem querer, rimas sem poder. “O MUNDO ANDA TÃO COMPLICADO” Poder por não ter. Arder por metros, quilômetros de verdades. Centímetros de sentimentos. “TEATRO DE VAMPIROS”. Pode até ter uma rima. Talvez uma citação. Vou deixar por conta. Por conta do cd de áudio da Legião. “A MONTANHA MÁGICA”. Toca Legião. Toca cd o coração do homem que leve cansado ao fim desse texto diversificado. E assim vivemos. “METAL CONTRA AS NUVENS”. E eu escrever o que? “L’ ÂGE ‘ OR”.
(Lucimar Simon)
Ainda não sei. “SERENÍSSIMA”. Pode ser um romance, pode ser um texto teórico, pode ser até uma comédia. Posso até falar de amor se o vento permitir. “VENTO NO LITORAL”. Liguei o som. Uma faixa qualquer Legião. “LOVE SONG”. Rimas sem querer, rimas sem poder. “O MUNDO ANDA TÃO COMPLICADO” Poder por não ter. Arder por metros, quilômetros de verdades. Centímetros de sentimentos. “TEATRO DE VAMPIROS”. Pode até ter uma rima. Talvez uma citação. Vou deixar por conta. Por conta do cd de áudio da Legião. “A MONTANHA MÁGICA”. Toca Legião. Toca cd o coração do homem que leve cansado ao fim desse texto diversificado. E assim vivemos. “METAL CONTRA AS NUVENS”. E eu escrever o que? “L’ ÂGE ‘ OR”.
(Lucimar Simon)
Marcadores:
DEVANEIOS,
ESCREVER O QUE?
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Texto: INVENÇÕES...
INVENÇÕES...
Melancolia... Suplanta, transplanta, perpassa. Mede-se de baixo para cima ou de cima para baixo. Sorria, recria, sonha, mas não invente. Não invente amores coração. Não invente. Coração, não invente amores. Não invente.
(Lucimar Simon)
Melancolia... Suplanta, transplanta, perpassa. Mede-se de baixo para cima ou de cima para baixo. Sorria, recria, sonha, mas não invente. Não invente amores coração. Não invente. Coração, não invente amores. Não invente.
(Lucimar Simon)
Marcadores:
DEVANEIOS,
INVENÇÕES...
terça-feira, 29 de maio de 2012
Texto: INFLUÊNCIAS
INFLUÊNCIAS
Sobre os olhos os desejos, sobre os corpos deslizam as palmas das mãos. As mãos? Às vezes aberta, às vezes fechada. Ás vezes entreabertas. Ainda sobre os panos acaricia o sexo. Em sobre salto, um primeiro beijo, os toques são inevitáveis. Não há controle sobre as mãos que deslizam livremente sobre os corpos. Não há pensamentos impuros. As portas dos espaços estão cerradas. São cheiros, são gostos, são sabores, são dores suportáveis em prol do prazer sedimentado nos prazeres dos amantes. Sobre os panos, os primeiros toques, sobre panos os primeiros cheiros, sobre os panos a excitação que magnífica e insinua o inicio de horas de prazeres. Horas de prazeres sobre as influências dos desejos carnais.
(Lucimar Simon)
Sobre os olhos os desejos, sobre os corpos deslizam as palmas das mãos. As mãos? Às vezes aberta, às vezes fechada. Ás vezes entreabertas. Ainda sobre os panos acaricia o sexo. Em sobre salto, um primeiro beijo, os toques são inevitáveis. Não há controle sobre as mãos que deslizam livremente sobre os corpos. Não há pensamentos impuros. As portas dos espaços estão cerradas. São cheiros, são gostos, são sabores, são dores suportáveis em prol do prazer sedimentado nos prazeres dos amantes. Sobre os panos, os primeiros toques, sobre panos os primeiros cheiros, sobre os panos a excitação que magnífica e insinua o inicio de horas de prazeres. Horas de prazeres sobre as influências dos desejos carnais.
(Lucimar Simon)
Marcadores:
DEVANEIOS,
INFLUÊNCIAS
domingo, 27 de maio de 2012
Texto: MOQUECA DE RÃ
MOQUECA DE RÃ
500 g de carne de rã
150 g de tomate
100 g de cebola
200 ml de leite de coco
500 ml de água filtrada ou fervida
1 cebolinha verde
1 coentro
3 dentes de alho
3 colheres de azeite ( o dendê, fica opcional, assim como a pimenta)
Suco de limão
Sal a gosto, (pode ser outros temperos a sua preferência)
Modo de fazer
Esfregar as rãs no limão, cortar em pedaços, empanar com trigo ou fubá,
Em uma gordura quente deixar fritar até dourar, reserve,
Cortar tomate, cebolinha, coentro, cebola, reserve,
Em uma panela de sua preferência adicione o azeite, alho, cebola, sal, deixe dourar, Adicione o tomate mexendo até formar um molho, (pode adicionar molho pronto), Adicione 500 ml de água e deixe o caldo ferver,
Adicione a carne de rã, tampar e deixar aprontar em fogo baixo por uns 10 minutos, Adicionar a cebolinha, o coentro, leite de coco aprontar mais 5 minutos, desligue o fogo mexa levemente e leve a mesa e sirva-se.
Acompanhamento, arroz branco, salada de couve-flor, vinho branco,
Com o caldo excedente pode se preparar um pirão a parte ou no prato ou na panela
Obs. Acrescentar ou substituir condimentos, sabores e outros ingredientes a critério ou preferência de cada um. Se fizer uma variação me conta como ficou.
A carne de rã é uma iguaria apreciada em diversos Estados do Brasil e exportada para alguns países. Sua carne é bem apreciada por ter um sabor semelhante ao do peixe e do frango e o modo de preparo pode ser variado.
Bom apetite.
Lucimar Simon
Marcadores:
MOQUECA DE RÃ,
RECEITAS E DICAS
sexta-feira, 25 de maio de 2012
Texto: UMA RELAÇÃO
UMA RELAÇÃO
Quanto custa uma verdade? Eu pago a vista. Quanto custa a solidariedade? Não vendo, faço doação. As artes que façam suas perguntas, a história distribui suas respostas. Essa relação de cumplicidade existe, essa relação simultaneamente eleva a máxima dos tempos modernos.
Lucimar Simon
Quanto custa uma verdade? Eu pago a vista. Quanto custa a solidariedade? Não vendo, faço doação. As artes que façam suas perguntas, a história distribui suas respostas. Essa relação de cumplicidade existe, essa relação simultaneamente eleva a máxima dos tempos modernos.
Lucimar Simon
Marcadores:
DEVANEIOS,
UMA RELAÇÃO
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Texto: SOBRE ESCREVER E LER
SOBRE ESCREVER E LER
Posso escrever cinco ou dez linhas. Posso escrever 20, 40, sei lá. A vida é um livro? A minha é um diário. Posso escrever sobre números, datas, dias, noites, mentiras, verdades. O poeta é livre a sua imaginação. Mas o mesmo não pode controlar a interpretação que o leitor fará de seu texto. Realidades, verossimilhança, imaginação, coisas aristotélicas, platônicas, hegemônicas, heterogênicas, sei lá. Podemos escrever, temos o aval dos leitores, temos sua aprovação? Não responda. A pergunta foi retórica. Responda. Regularize as especificidades, direcione seus vícios, siga sua intuição. Troque de roupa se sinta melhor. Faça tudo em palavras cotidianas. Viva tudo em palavras cotidianas. Não simplifique, mas não complique tanto. Sobre escrever e ler ninguém sabe de tudo, nem quem escreve e nem quem ler. Sobre escrever e ler ninguém domina uma verdade. Só se sabe que se pode escrever e ler livremente suas vontades e suas palavras.
(Lucimar Simon)
Posso escrever cinco ou dez linhas. Posso escrever 20, 40, sei lá. A vida é um livro? A minha é um diário. Posso escrever sobre números, datas, dias, noites, mentiras, verdades. O poeta é livre a sua imaginação. Mas o mesmo não pode controlar a interpretação que o leitor fará de seu texto. Realidades, verossimilhança, imaginação, coisas aristotélicas, platônicas, hegemônicas, heterogênicas, sei lá. Podemos escrever, temos o aval dos leitores, temos sua aprovação? Não responda. A pergunta foi retórica. Responda. Regularize as especificidades, direcione seus vícios, siga sua intuição. Troque de roupa se sinta melhor. Faça tudo em palavras cotidianas. Viva tudo em palavras cotidianas. Não simplifique, mas não complique tanto. Sobre escrever e ler ninguém sabe de tudo, nem quem escreve e nem quem ler. Sobre escrever e ler ninguém domina uma verdade. Só se sabe que se pode escrever e ler livremente suas vontades e suas palavras.
(Lucimar Simon)
Marcadores:
SOBRE ESCREVER E LER,
TEXTOS GERAIS
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Texto: MEIAS PALAVRAS
MEIAS PALAVRAS
Enrosca, olha os olhos do outro, torce os lábios, pode querer ou não. Senta, fecha os dedos uns nos outros. Quando sorrir cora o rosto. Meio vermelho, meio rosado, meio pálido, meio caloroso, meio sei lá, sem definição. A timidez leva os corpos o sorriso conduz um enigmático prazer. Hoje vi você sorrir. Sua sensatez fez mais uma vitima. Mais um tolo caiu em sua rede invisível e não sabe mais como escapar. As falas deixam dúvidas as dúvidas elevam as vontades, as certezas só vão existir em um toque que vai desmitificar toda a saudade dos corpos que não se conhecem.
(Lucimar Simon)
Enrosca, olha os olhos do outro, torce os lábios, pode querer ou não. Senta, fecha os dedos uns nos outros. Quando sorrir cora o rosto. Meio vermelho, meio rosado, meio pálido, meio caloroso, meio sei lá, sem definição. A timidez leva os corpos o sorriso conduz um enigmático prazer. Hoje vi você sorrir. Sua sensatez fez mais uma vitima. Mais um tolo caiu em sua rede invisível e não sabe mais como escapar. As falas deixam dúvidas as dúvidas elevam as vontades, as certezas só vão existir em um toque que vai desmitificar toda a saudade dos corpos que não se conhecem.
(Lucimar Simon)
Marcadores:
DEVANEIOS,
MEIAS PALAVRAS
terça-feira, 22 de maio de 2012
Texto: PODE SER QUALQUER DIA
PODE SER QUALQUER DIA
Pode ser qualquer dia menos hoje... Quero caminhar bem distante, mas não hoje.
(Lucimar Simon)
Pode ser qualquer dia menos hoje... Quero caminhar bem distante, mas não hoje.
(Lucimar Simon)
Marcadores:
PODE SER QUALQUER DIA,
TEXTOS GERAIS
Assinar:
Postagens (Atom)