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domingo, 8 de junho de 2014

Texto: EFEITO

EFEITO

Hoje a loucura me convenceu a permanecer na cama com ela um pouco mais. E mais tarde, só mais tarde ingerir minha dose diária de lucidez... Aguardo o efeito que equilibra, loucura e lucidez. Esperando, esperando.

(Lucimar Simon)

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Texto: TEMPO

TEMPO

O curto tempo do dia arrasa os sádicos, os longos segundos de um minuto acende os precoces, e agora a hora de hoje, o melhor momento do dia... Ventando, voltando, voando, bolando, sem sentido num domingo de segundos, minutos, horas.

(Lucimar Simon)

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Texto: SABORES

SABORES

Então o dia perde o sentido. O mel não seria tão doce se não existisse o fel. Mel, céu, fel, inferno. Céu, fel, inferno, mel. Paralelismo e comparações. Coisas celestes, coisas infernais.

(Lucimar Simon)

domingo, 1 de junho de 2014

Texto: PODE SIM

PODE SIM

E todas as verdades inúteis podem ser transformadas em mentiras úteis e tudo ao nítido revés.

(Lucimar Simon)

sábado, 31 de maio de 2014

Texto: SIMPLES

SIMPLES

A simplicidade que buscamos está na cabeça de grandes tolos. A complexidade que enfrentamos está na indissolubilidade de pequenos problemas...

(Lucimar Simon)

terça-feira, 27 de maio de 2014

Texto: MONOTONIA

MONOTONIA

Existe uma monotonia que assemelha ao girar de uma roda gigante. Uma coisa cíclica, enorme, medonha, assombrosa, longe e próximo da alma humana, longe e próximo, tão longe, tão próximo, que dói.

(Lucimar Simon)

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Texto: VENTOS E MENTES

VENTOS E MENTES

Os ventos loucos sopram tortuosamente... E segue, tortuosa a mente... Soprada pelos tortuosos e loucos ventos. Outro dia, ventania. Tortuosa, Tortuoso, Loucos... Ventos e Mentes.

(Lucimar Simon)

terça-feira, 6 de maio de 2014

Texto: QUEBRANDO PALAVRAS

QUEBRANDO PALAVRAS

Longevidade, saudade, verdade, maldade, cristandade, respeitabilidade, idade. "Dade, dade, dade"... Mentira.

(Lucimar Simon)

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Texto: SOMENTE

SOMENTE

O hoje e surreal, o ontem foi ensaio, o amanhã será escolhas, e eu? E você? E nos? Sonhos? Verdades? Realidades? Desejos? Sempre? Nunca? Viver? Quantas são? Nenhuma? Várias?... Quantas janelas, e destinos. Ontem? Hoje, amanhã, paralelos... Somente.

(Lucimar Simon)

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Texto: AINDA ASSIM

AINDA ASSIM

Ainda assim, existe uma melhor alternativa... Ainda assim, ainda existe uma saída... Ainda assim, existe outro dia, outra luz, outra palavra, outra pessoa... Ainda assim, seria você...

(Lucimar Simon)

domingo, 20 de abril de 2014

Texto: SEMPRE

SEMPRE

As vezes me perco, as vezes me lembro, as vezes não sei, as vezes até sei, nessas ondas e vindas me vejo perdido, mas lúcido e sempre me encontro no seu sorriso.

(Lucimar Simon)

sábado, 19 de abril de 2014

Texto: MISTÉRIO

MISTÉRIO

E, em uma noite de sonhos surge uma dúvida, enquanto sonhava a linha que liga os mundos parecia tão tênue que assombrava-me. A dor era muito forte, mas seus olhos eram mais. E, então algo se esclarece escurecendo ainda mais o que não sei, pois coração das mulheres, assim como os desejos delas permanecem um mistério para mim.... Tudo sempre um grande mistério.

(Lucimar Simon)

domingo, 6 de abril de 2014

Texto: SIGNIFICADO

SIGNIFICADO

Eu quero um significado... Desistir, desistir não quero mais... Ambiguidade, Bipolaridade? Não quero mais, não quero mais nenhum significado, nenhuma auto explicação. Não! Não mesmo.

(Lucimar Simon)

Texto: AS VEZES POETA

AS VEZES POETA

As vezes poeta, outras vezes poesia. Quando a poesia faz sentido o que você tem? Um dia feliz, mesmo sem ouvir Cazuza, Um dia feliz, mesmo sem ouvir um elogio. Um dia feliz, mesmo sem saber amar. Um dia feliz, mesmo sem ouvir "Eu Te Amo".

(Lucimar Simon)

domingo, 30 de março de 2014

Texo: ELE

ELE...

Ele acordou. Não tão cedo, não tão tarde. Se despertó. No es demasiado pronto ni demasiado tarde. He woke up. Not too early, not too late. Não é tão fácil, não é tão difícil. No es tan fácil, no es tan difícil. Not so easy, is not so difficult.

(Lucimar Simon)

quinta-feira, 20 de março de 2014

Texto: AVESSO

AVESSO

Vendi tantas palavras que agora as quero de volta... Doei tanto de mim que agora sinto falta do nada que me foi levado... As vezes isso pesa tanto que uma pena a mais sufoca, extrapola, faz sentir uma dor insignificante. Queria ser poeta... Queria ser bicho-gente nas noites de lua... Queria ser nada mais... Avesso.

(Lucimar Simon)

sexta-feira, 7 de março de 2014

Texto: TALVEZ

TALVEZ

Eu queira outra coisa, mas ainda não sei o que...Talvez seja voar a seu encontro, talvez seja ficar estático aqui, talvez seja fugir sem precedentes de tudo e de todos... Talvez nem seja talvez, talvez até seja ilusão... E se for Talvez, eu, você, eles, nós entendamos... Talvez.

(Lucimar Simon)

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Texto: H's

H's

"A" (Há) dias não existe poesia... Acabou o amor? Será? Nas longitudes dos pantanais, "a" mais... Há com H, não pode ser engano... Há, com H. Onde há homens? Vendendo amor? Nas esquinas?... A. Há com H? Outra vez duvido. Falta poesia, mas não faltam (omens / homens) sem e com H. Falta poesia... Sobra hipocrisia, falta amor, sobra idolatria, sobra, sobra, todos os dias sobra... Sobra tempo na escassez do relógio... Sobra lucidez, falta poesia... Falta loucura... Que agonia, e os H's? E a poesia? Sobra nos homens hipocrisia.

(Lucimar Simon)

sábado, 11 de janeiro de 2014

Texto: AMOR DE VERÃO

AMOR DE VERÃO...

Vou escrever poesias, vou aplicar na veia, injetar lembranças, fumar desejos... Vou queimar todos os pavios curtos, longos, cinzas, dourados... Não quero filtros negros, brancos... Dedos longos, desejos, carinhos, teu sexo, meu sexo... Sobre os pés e as mãos abafa-se os gemidos... Fechamos os olhos... Fechamos e morramos de amor... O amor mata, matagal... A Lua finge não ver e o Sol desnuda... Nossos corpos nas manhãs quentes de verão... Amor de férias, Amor de verão...

(Lucimar Simon)

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Texto: AMANHÃ

AMANHÃ

E amanhã? Nossos beijos... E amanhã? Nossos corpos... delírios, desejos, sonhos, paixões, carinhos... E amanhã? Você e Eu... Pode procurar o que esconder... O achado ouro puro, pura vida, vida pura... E amanhã? Somos Nós!

(Lucimar Simon)